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Certa vez fui a uma palestra e fizemos uma dinâmica de grupo bem legal. Formamos uma roda no centro da sala e nos demos as mãos, éramos umas 30 pessoas, então a roda ficou beeem grande.
A prática era: você falava o seu nome e uma característica sua e o colega ao lado repetia o que você tinha dito e acrescentava o nome e uma característica dele. O seguinte repetia o dos dois anteriores e acrescentava o seu e assim sucessivamente...
Primeiro mole, o segundo também, o terceiro tá fácil, no quarto a coisa já começava a complicar. Eu era aproximadamente a 14a. e observando a dificuldade dos meus colegas, prestei atenção redobrada em que o cada um falava. Claro, que esqueci também. E assim foi até chegar novamente no 1o. (que teve que repetir o de todos, coitada!)
Então o instrutor fez as observações: todos (ou quase todos) tiveram dificuldadede lembrar de tudo. E lançou a pergunta: "Para você qual foi a mais difícil de lembrar?"
A resposta foi quase unânime: o que a pessoa ao nosso lado (aquela a qual estávamos de mãos dadas) havia dito!
Muitas das vezes fazemos isso no nosso dia-a-dia, damos tanta atenção para quem está longe que esquecemos daqueles que estão ao nosso lado, lutando junto. Não percebemos que aquele que está ali de mão dada contigo é realmente quem importa.
Às vezes largamos tudo para socorrer quem longe está, mas fechamos os ouvidos para os apelos dos nossos.
Isso lembrou-me de um sermão do pastor. Comentou sobre as pessoas que estão sempre na igreja (na minha infância chamavámos de carolas) tem todo o tempo para ela, mas não cuidam da sua família. E disse que primeiro devemos cuidar da nossa família, que esta é o primeiro templo de Deus. De que nada adianta dedicar infinitas horas na casa do Senhor se não há tempo suficientes para os seus.
Na yoga meus professores ensinam que temos que estar em harmonia conosco para que harmonia seja presente a sua volta.
Para quem está indo a sua atenção?
É um equilíbrio: você > família (companheiro/filhos) > mundo.
A prática era: você falava o seu nome e uma característica sua e o colega ao lado repetia o que você tinha dito e acrescentava o nome e uma característica dele. O seguinte repetia o dos dois anteriores e acrescentava o seu e assim sucessivamente...
Primeiro mole, o segundo também, o terceiro tá fácil, no quarto a coisa já começava a complicar. Eu era aproximadamente a 14a. e observando a dificuldade dos meus colegas, prestei atenção redobrada em que o cada um falava. Claro, que esqueci também. E assim foi até chegar novamente no 1o. (que teve que repetir o de todos, coitada!)
Então o instrutor fez as observações: todos (ou quase todos) tiveram dificuldadede lembrar de tudo. E lançou a pergunta: "Para você qual foi a mais difícil de lembrar?"
A resposta foi quase unânime: o que a pessoa ao nosso lado (aquela a qual estávamos de mãos dadas) havia dito!
Muitas das vezes fazemos isso no nosso dia-a-dia, damos tanta atenção para quem está longe que esquecemos daqueles que estão ao nosso lado, lutando junto. Não percebemos que aquele que está ali de mão dada contigo é realmente quem importa.
Às vezes largamos tudo para socorrer quem longe está, mas fechamos os ouvidos para os apelos dos nossos.
Isso lembrou-me de um sermão do pastor. Comentou sobre as pessoas que estão sempre na igreja (na minha infância chamavámos de carolas) tem todo o tempo para ela, mas não cuidam da sua família. E disse que primeiro devemos cuidar da nossa família, que esta é o primeiro templo de Deus. De que nada adianta dedicar infinitas horas na casa do Senhor se não há tempo suficientes para os seus.
Na yoga meus professores ensinam que temos que estar em harmonia conosco para que harmonia seja presente a sua volta.
Para quem está indo a sua atenção?
É um equilíbrio: você > família (companheiro/filhos) > mundo.
Local:
Rio de Janeiro, RJ, Brasil
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