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Hoje vi uma moça com um pastor alemão (o cão, não a pessoa), fazia tempo que não via um.
Sempre achei cão da raça pastor alemão liiindo! Meu sonho quando criança era ter um. Então lembrei-me do meu cãozinho.
Eu sempre tive gatos, desde bem pequena, e meu sonho era ter um cachorro (pastor alemão). Até que um dia minha mãe chega com um filhote de cachorro. Ele era muito fofo (como todo filhote é), lindo, me apaixonei de cara. Ele era da melhor raça que existe, um genuíno vira-lata :) Era uma mistura de pastor alemão com qualquer outra, ele tinha pinta de pastor (tinha mesmo, uma de cada lado da boca), cor de pastor alemão, mas era menor que um. Mas não me importava com estes detalhes.
Chamei-o de "Pink". Na época passava o seriado, que depois virou desenho, Punk a levada da breca que a garota tinha um cachorro chamado Pink, daí veio o nome dele.
Pink veio fazer companhia aos 15 gatos que já possuía, sim, 15 gatos, eu morava em casa e eles ficavam pelos quintais da vizinhança, só se reuniam na hora do rango.
Eles se davam bem, era só os gatos não mexerem na comida dele que ficava tudo tranquilo. No inverno dormiam todos juntos e embolado.
Meu pai comprou certa vez uma casinha para ele, mas não rolou aquela empatia, Pink preferia dormir no sofá velho que ficava na varanda.
Certa vez fui passear com o Pink na rua, estava toda prosa me achando a tal com meu cachorro... rsrsrs Ele estava mega empolgado com o passeio, ficava dando voltas ao meu redor e claro a corrente embolou nas minhas pernas e fui de bunda no chão. Fiquei com tanta vergonha que não saí mais de casa naquele dia... rsrsrrss Coisas de pré-adolescente.
Pink me fazia companhia no café da tarde, ele às vezes ficava ao meu lado na mesa aguardando a sua casca de pão de forma, outras eu tinha que chamá-lo na surdina, pois meu pai estava em casa.
Um belo dia apareceu em nosso portão um filhotinho bem debilitado, cheio de sarna. Meu pai com pena pegou e cuidou. Era uma fêmea que logo recuperada ficou com um pelo preto lustroso! Meu pai a chamou de Gélida, pois tinha vindo de uma fria (doente e com fome).
Gélida era pequena, não cresceu muito, mas tinha a fome de uns 3 cães adultos. Pink seguia sua vida pacata. Ele sempre deixou parte da comida do almoço para depois, mas com a chegada da Gélida isso teve que mudar, pois ela não só comia o prato dela como o dele. Ela era tão desesperada pra comer que nem esperava a comida esfriar, virava a tijela e ia comendo a comida pelas beiradas, e, claro, ao terminar ia pegar a do Pink. Ele passou a adotar a estratégia dela, pelo menos assim não ficaria com fome.
Sempre achei cão da raça pastor alemão liiindo! Meu sonho quando criança era ter um. Então lembrei-me do meu cãozinho.
Eu sempre tive gatos, desde bem pequena, e meu sonho era ter um cachorro (pastor alemão). Até que um dia minha mãe chega com um filhote de cachorro. Ele era muito fofo (como todo filhote é), lindo, me apaixonei de cara. Ele era da melhor raça que existe, um genuíno vira-lata :) Era uma mistura de pastor alemão com qualquer outra, ele tinha pinta de pastor (tinha mesmo, uma de cada lado da boca), cor de pastor alemão, mas era menor que um. Mas não me importava com estes detalhes.
Chamei-o de "Pink". Na época passava o seriado, que depois virou desenho, Punk a levada da breca que a garota tinha um cachorro chamado Pink, daí veio o nome dele.
Pink veio fazer companhia aos 15 gatos que já possuía, sim, 15 gatos, eu morava em casa e eles ficavam pelos quintais da vizinhança, só se reuniam na hora do rango.
Eles se davam bem, era só os gatos não mexerem na comida dele que ficava tudo tranquilo. No inverno dormiam todos juntos e embolado.
Meu pai comprou certa vez uma casinha para ele, mas não rolou aquela empatia, Pink preferia dormir no sofá velho que ficava na varanda.
Certa vez fui passear com o Pink na rua, estava toda prosa me achando a tal com meu cachorro... rsrsrs Ele estava mega empolgado com o passeio, ficava dando voltas ao meu redor e claro a corrente embolou nas minhas pernas e fui de bunda no chão. Fiquei com tanta vergonha que não saí mais de casa naquele dia... rsrsrrss Coisas de pré-adolescente.
Pink me fazia companhia no café da tarde, ele às vezes ficava ao meu lado na mesa aguardando a sua casca de pão de forma, outras eu tinha que chamá-lo na surdina, pois meu pai estava em casa.
Um belo dia apareceu em nosso portão um filhotinho bem debilitado, cheio de sarna. Meu pai com pena pegou e cuidou. Era uma fêmea que logo recuperada ficou com um pelo preto lustroso! Meu pai a chamou de Gélida, pois tinha vindo de uma fria (doente e com fome).
Gélida era pequena, não cresceu muito, mas tinha a fome de uns 3 cães adultos. Pink seguia sua vida pacata. Ele sempre deixou parte da comida do almoço para depois, mas com a chegada da Gélida isso teve que mudar, pois ela não só comia o prato dela como o dele. Ela era tão desesperada pra comer que nem esperava a comida esfriar, virava a tijela e ia comendo a comida pelas beiradas, e, claro, ao terminar ia pegar a do Pink. Ele passou a adotar a estratégia dela, pelo menos assim não ficaria com fome.
Eles eram meus xodós, até hoje sinto saudades deles. Ficam as lembranças e as aventuras que vivemos juntos.
| Pink e Gélida <3 - Foto: arquivo pessoal |
Local:
Rio de Janeiro, RJ, Brasil
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