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| Crédito: Museu da Pessoa |
Adoro uma papelaria... rsrs Mas tenho evitado em ir pois qdo entro em uma instantaneamente as ideias criativas começam a pipocar na minha mente. É uma verdadeira enxurrada de possibilidades.
Opa! Tem esse papel bacana, dá para fazer algo com isso!
E essa tinta?! Posso pintar uma caixa, colar umas figuras
Este adesivo, que legal! Posso decorar a folha do álbum... E assim vão as ideias em turbilhão.
A Casa Cruz do centro do Rio para mim é o paraíso, sempre tem algo diferente, apesar da papelaria perto ter de casa ser menor que ela e muitas vezes encontro coisas mais bacanas que lá.
Enfim, passei recentemente por 3 experiências diferentes na Casa Cruz.
1) Fui comprar um livro, estava difícil de achá-lo, na tar da Internet prazos de 20 dias úteis, e caro muito caro. Rodei várias livrarias no centro e encontrei na Casa Cruz um único exemplar, mega baleado, capa amassada, orelhinhas se formando, meio sujinho e ainda com o preço parecido da Internet.
- "Só tem esse?" - Perguntei
- Só!
- Tá bem surrado 😟 Tem desconto?
- A senhora terá que falar com o gerente
Não tem problema. 😊 E lá fomos falar com o gerente. E o portuga já vem com cara amarrada... Abro um sorriso e gentilmente exponho que o livro tá surrado, é o último exemplar e tals, e pergunto se faria por x (que não chegava a 10% de desconto).
Sem me dar muita trela e com a cara fechada, simplesmente responde que não! 😲
Tento argumentar: É o último! Tá velhinho!
"Não! É nesse preço, a editora vai mandar e virá mais caro!"
Só faltou falar "E se quiser"
Claro que não levei. E se eu pudesse NUNCA mais comprava lá.
2) Comprei plástico para encapar caderno (2 vermelhos e 1 transparente), claro que faltou transparente e sobrou vermelho (1 fechado). Fui lá trocar o vermelho pelo transparente. Quando cheguei na moça da troca:
- Trouxe a nota?
- Ih! Esqueci! - Pra variar, só para variar... - Mas eu só quero trocar a cor...
- O gerente tá vindo, você vê com ele...
O cara chega também de cara fechada. E faz a mesma pergunta, no qual recebe a mesma resposta que só queria trocar a cor.
- Ah! Mas sem nota não dá porque tem que passar o código e eles são diferentes... 😒
Ok! Tá bom! Contrariada vou-me embora...
3) Voltei no dia seguinte com a tal nota. Enquanto aguardo a minha vez fico observando o senhorzinho do atendimento realizar a troca de um produto.
Pega a nota, marca produto na nota, pega ficha numa pasta, preenche um monte de dados da nota na ficha, levanta, tira xerox da nota, confere, entrega a ficha para troca para o cliente, recorta o excedente de papel da xerox, coloca a xerox na pasta. Isso levou cerca de uns quase 5 minutos (não cronometrei). O tempo pode variar dependendo da velocidade da pessoa em preencher a ficha, e se o cliente ficar fazendo vários questionamentos...
Minha vez. Entrego a nota e produto e digo "só quero mudar a cor". O senhorzinho olha pra mim, pro produto, pra pasta sobre a mesa... É só a cor, né?! Pode pegar lá e traz aqui" 😶
Peguei a cor que queria ele troca o produto e me entrega. Simples assim!
O primeiro sequer avaliou o custo de fazer uma simples troca.
O comerciante acha que está fazendo um favor para o cliente, e como não temos outras opções ficamos reféns do mal atendimento. Boicote. Adoro a ideia. Mas o que é um cliente insatisfeito se a loja está sempre cheia.
Bem, Casa Cruz, mesmo o senhorzinho tendo sido simpático e resolvido meu problema rapidamente, ainda estou com a lembrança do primeiro relato, então somente quando não tiver realmente opção.
Crédito Imagem: Museu da Pessoa
Local:
Rio de Janeiro, RJ, Brasil
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