Sobre CNV - Comunicação Não-Violenta

Estou lendo o livro de CNV (Comunicação Não-Violenta), estou no capítulo de autocompaixão. E lá pelas tantas ele fala de ver as coisas de outra forma e percebi que há muito tempo venho aplicando isso em minha vida. De uma  forma insconsciente e não estruturada tenho aplicado algo do CNV. Sempre disse que procuro ver o lado bom das coisas mesmo qdo não existe. Outra frase que uso muito é "vendo o lado bom baratinho" rsrs

E é isso que também aplico com as pessoas ao meu redor.

Quando a Maria vem falar algo que não a agrada ou que a magou, eu procuro fazê-la ver o lado da outra pessoa, o que a motivou a fazer aquilo e dar um outro significado (positivo) do que aconteceu e aprender com a situação. 

Com meus amigos o mesmo, quando algém reclama do trabalho, o que muitos dizem é "pelo menos você tem emprego", eu vejo como uma oportunidade de tirar algum aprendizado (lidar com pessoas difíceis, com pedidos loucos, prazos sem sentido, ambiente hostil...), e claro, incentivo a buscar algo que lhe dê mais satisfação pessoal.

Ver com empatia. Ouvir com empatia.

Um dos xingamentos que mais me incomoda é chamar de "burro" seja a si mesmo ou alguém. Cada um tem uma inteligência e um conhecimento, não acertar algo ou se deixar ferir por algo, não nos torna (ou o outro) burro, somente não tinha o conhecimento, experiência e as ferramentas para enfrentar a situação. 

Fiquei feliz em perceber que tenho algo já em mim. Estou nessa jornada de autoconhecimento e essa quarentena está sendo maravilhosa.

Ainda tenho muito a aprender e estou ávida por esse conhecimento e aplicá-lo.

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